Equipe do RCGILex participa do 4º Congresso Brasileiro de CO2 na Indústria de Petróleo, Gás e Biocombustíveis

Um grupo de pesquisadores ligados ao Projeto RCGILex, do FAPESP SHELL Research Centre for Gas Innovation (RCGI), participa do 4º Congresso Brasileiro de CO2 na Indústria de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, o Rio de Janeiro. O evento acontece entre os dias 28 e 29 de junho no Hotel Prodigy Santos Dumont e tem como objetivo principal promover e debater os aspectos técnicos e científicos associados às emissões de CO2 do setor, promovendo a integração entre indústria, prestadores de serviços, associações, órgãos governamentais, centros de pesquisa e universidades.

A equipe multidisciplinar – composta pelos professores Edmilson Moutinho dos Santos e Hirdan Catarina de Medeiros Costa (do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo), pelos geólogos Israel Lacerda e Haline Rocha, pela advogada Fernanda Munari Caputo, pela engenheira de petróleo Nathália Weber e pelos administradores Alexandre Simão Alves da Silva e Márcia Konrad –  levou cinco trabalhos para o evento. São eles:

PROCESSO HISTÓRICO-REGULATÓRIO DE CCS NO BRASIL E PLANEJAMENTO SETORIAL –  Hirdan Katarina de Medeiros Costa, Israel Lacerda, Drielli Peyerl, Evandro Mateus Moretto, Edmilson Moutinho dos Santos.

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT AND ENVIRONMENTAL RISKS FOR CCUS ACTIVITIES –  Alexandre Simão Alves da Silva, Marcia Regina Konrad, Silvia Andrea Cupertino, Hirdan K M Costa, Evandro Mateus Moretto.

ENVIRONMENTAL PROGRAMS FOR LICENSING OF CARBON CAPTURE AND STORAGE ACTIVITIES (CCS) –  Evandro Mateus Moretto, Hirdan Costa, Drielli Peyerl, Marcia Regina Konrad, Alexandre Simão Alves da Silva.

ARMAZENAMENTO GEOLÓGICO DE CO2 NO BRASIL: DESAFIOS E PROPOSTAS REGULATÓRIAS – Haline Rocha, Hirdan Costa, Isabela Morbach.

PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DA BIOELETRICIDADE: A IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DE EMISSÕES DE GASES DO EFEITO ESTUFA E O USO ENERGÉTICO DA BIOMASSA – Fernanda Canuto e Hirdan Costa.

Atender o aumento da demanda energética em um cenário restritivo de emissões de gases de efeito estufa é uma das tarefas mais desafiadoras do século XXI. Nesse cenário, tecnologias de captura, transporte e armazenamento de CO2 desempenham um papel central na redução dos impactos ambientais da utilização de gás natural para geração de eletricidade, no momento em que há uma transição para fontes de energia renovável e de baixa intensidade de carbono.

O Brasil assumiu compromissos de redução de emissões na Conferência do Clima em Paris, em 2015, prometendo diminuir as emissões de gases de efeito estufa em 37% até 2025, e em 43% até 2030, tendo 2005 como ano-base. Especialistas afirmam que, se o gás natural substituir outros energéticos mais carbono intensivos, como o diesel por exemplo, será possível, de fato, reduzir emissões.

Imagem: Equipe RCGILex

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